Gabriel Chaim

Fotógrafo independente, Gabriel Chaim é especializado em tirar fotos em áreas de conflitos. Venceu prêmios importantes no mundo da fotografia, como o New York Festivals, que ganhou duas vezes e o Emmy que conquistou com o documentário Aliados, com produção da GloboNews. Atualmente, Chaim está em Kiev na Ucrânia, registrando a invasão Russa. Continua mandando seus materiais para o mundo inteiro e aqui no Brasil suas imagens estão presentes no telejornalismo da Globo e nas mídias de noticiário.    Com a Arica Cinematográfica, Gabriel Chaim representa o jornalismo Projeto SOLOS, plataforma factual, com colaboradores que apresentam Narrativas Independentes, dando profundidade em assuntos nacionais e globais relevantes à sociedade e em desenvolvimentos de projetos documentais. Também faz trabalhos frequentes para a CNN, Spiegel TV e Globo. Desde 2011, focou seu trabalho em cobrir a guerra na Síria, percorrendo o país e registrando os conflitos com sua câmera. No ano de 2015 ele fotografou para a CNN a cidade de Kobani, que estava inteiramente destruída, recorrendo aos drones para expor da melhor forma as ruínas. Voltou a usar drones novamente em 2017, quando mandou fotos para a CNN, da cidade de Mosul, que estava igualmente destruída. O fotógrafo costuma acompanhar exércitos em missões para registrar momentos importantes. Já esteve em Gaza, no Irã e nos campos de refugiados na Turquia e Jordânia. Para além da questão dos refugiados, Gabriel Chaim encontrou na Síria o típico luar que simboliza o horror da guerra. Fez a cobertura das lutas contra o ditador Bashar Al- Assad, na libertação de algumas cidades da Região do Curdistão e também em Aleppo. Em uma entrevista para a CNN, Chaim disse que acha importante que as pessoas conheçam a história da Síria: “Eu não desejo que ninguém veja o que eu vi, mas, por outro lado, as pessoas devem saber sobre a vida real, o mundo real. As pessoas devem parar de pensar em si mesmas e olhar através da vida apenas através de sua própria experiência. O mundo não é tão bonito quanto queremos acreditar.”